04/08/2021 | Cultura

Programa Oficinas Culturais oferece oficinas de fotografia, audiovisual, canto e mais

O Programa Oficinas Culturais realiza, durante o mês de setembro, oficinas online sobre diferentes temáticas. A participação é gratuita e as inscrições podem ser feitas por meio dos links disponibilizados para cada oficina.

O projeto é realizado pelo Programa Oficinas Culturais, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo de São Paulo, gerenciado pela Poiesis - Organização Social de Cultura e tem apoio da Secretaria de Cultura de Bauru.

A programação completa de oficinas gratuitas pode ser vista em http://poiesis.org.br/maiscultura. As formações culturais já gravadas podem ser assistidas em https://www.youtube.com/OficinasCulturaisdoEstadodeSaoPaulo.

Acompanhe a programação:

- Oficina: Mulheres na fotografia II
A oficina é coordenada por Melissa Szymanski. A atividade é dividida em três turmas. Os encontros da turma A ocorrem nos dias 1, 3, 8 e 10 de setembro, das 10h às 12h. Os encontros da turma B ocorrem nos dias 13, 15, 20 e 22 de setembro, das 14h às 16h. Os encontros da turma C ocorrem 21, 23, 28 e 30 de setembro, das 14h às 16h. São disponibilizadas 20 vagas por turma para um público de interessados em artes visuais e fotografia, com ou sem equipamento fotográfico. A seleção será feita com base na análise da ficha de inscrição. As inscrições devem ser feitas até o dia 24 de agosto, por meio do link https://forms.gle/8TfqRxhEnA2Njs2t7.

A oficina propõe evidenciar a mulher na arte, e, por consequência, na área de fotografia. Serão mostradas as peculiaridades da trajetória, contextos históricos, e principalmente como cada fotógrafa cria, interpreta e realiza uma imagem nas suas diferentes esferas. A partir da apresentação das fotógrafas, será proposto um exercício prático que os participantes deverão realizar durante o período da atividade e mostrar as fotos para análise no último encontro.

Melissa Szymanski é fotógrafa formada e pós-graduada pela FASM - Faculdade Santa Marcelina. Participou de diversos cursos em Milão – Itália, nas áreas de Fotografia de Moda e Still Life. Trabalhou na Revista Italiana Moda Pelle na execução de editoriais e publicidade. Atuou como docente de Fotografia na FASM, IED - Istituto Europeo di Design, SESC, Centro Universitário Belas Artes.

- Oficina: Cartografia do pensamento queer
A oficina tem coordenação de Rafael Leopoldo. A atividade ocorre nos dias 1, 3, 8 e 10 de setembro, das 14h às 16h. São disponibilizadas 45 vagas para um público de artistas (estética ciberpunk, estética ciborgue, movimento dada/gaga e o feminismo), músicos (relação música popular e política queer), ativistas (o queer como subversão da norma) e interessados em geral na questão de gênero. A seleção será feita com base na análise da ficha de inscrição. As inscrições devem ser feitas até o dia 24 de agosto, por meio do link https://forms.gle/fuGPHYD4REFKi7aL8.

Os participantes desta oficina serão introduzidos aos estudos queer. Nesse sentido, será apresentada uma cartografia do pensamento queer perpassando perspectivas histórica e panorâmica.


Rafael Leopoldo é professor de Filosofia. É autor do livro “Teoria Queer e micropolítica” (2017), “Tango: o baile dos corpos dóceis” (2019) e “Cartografia do pensamento Queer” (no prelo). Também é tradutor do livro “Pelo cu: políticas anais” (Letramento), de Javier Sáez e Sejo Carrascosa e da obra “Pós-colonialidade explicada às crianças” (no prelo), de Santiago Castro-Gómez.

- Oficina de canto e vivência musical
A oficina tem coordenação de Glaucia Mortensen. A atividade é dividida em três turmas. Os encontros da turma A ocorrem nos dias 1, 2 e 8 de setembro, das 18h até 20h. Os encontros da turma B ocorrem nos dias 13, 15 e 17 de setembro das 14h até 16h. Os encontros da turma C ocorrem nos dias 24, 27 e 29 de setembro, das 10h às 12h. São disponibilizadas 20 vagas por turma para um público de interessados no canto e na vivência musical, com ou sem experiência musical, acima de 16 anos. A seleção será feita com base na análise da ficha de inscrição. As inscrições devem ser feitas até o dia 24 de agosto, por meio do link https://forms.gle/87LQEiGs9vYcetF18.

A oficina propõe atividades musicais criativas e sensíveis através do canto e da percepção, trabalhando afinação em canções, escalas, acordes, ritmo, coordenação, desenvolvendo a memória musical e a organização da escuta. A atividade abordará o controle da respiração, aquecimento vocal, emissão, sustentação, colocação, projeção e a aplicação técnica no repertório.

Gláucia Faim é professora de canto, piano e musicalização. Estudou no Conservatório de Tatuí e fez Licenciatura em Música no Instituto de Artes da Unesp. Realiza oficinas de canto, vivência musical e de preparação vocal para atores em Oficinas do Estado e Casas de Cultura e eventos e mostras culturais. Em São Paulo, foi professora em diversas escolas de música e de canto coral.

- Oficina de audiovisual: Videoclipe e artes
A oficina tem coordenação de Cleiner Micceno. A atividade é dividida em duas turmas. Os encontros turma A ocorrem nos dias 2, 9, 14 e 16 de setembro, das 14h às 16h, enquanto os encontros da turma B ocorrem nos dias 21, 23, 28 e 30 de setembro, das 10h às 12h. São disponibilizadas 30 vagas por turma para um público de músicos, atores, artistas plásticos, performers e qualquer pessoa que queira saber mais sobre cinema e/ou interesse-se pela prática da produção de vídeo, acima de 16 anos. A seleção será feita com base na análise na ficha de inscrição. As inscrições devem ser realizadas até o dia 24 de agosto, por meio https://forms.gle/PkK7hehm5tHzJmbm6.

A oficina visa facilitar a produção de vídeos digitais. A atividade aborda técnicas de gravação com câmeras simples, de modo a mostrar a viabilidade da produção e divulgação de trabalhos pessoais ligados a música ou artes em geral.

Cleiner Micceno é diretor, documentarista, produtor de videoclipes, músico e escritor. Preside a Academia Sorocabana de Fotografia, Cinema e Vídeo. Foi contemplado por duas vezes com a LINC – Lei de Incentivo à Cultura de Sorocaba, pelos documentários “A História do Rock em Sorocaba” e “Arte Urbana”. Recentemente, foi premiado no Festival de Filmes de Faina, em Goiás, com três curtas produzidos no projeto “Narrativas Fantásticas”, da Oficina Cultural Grande Otelo.

- Palestra: Pequenas notas [em primeira pessoa] para (cura)dorias transgressoras
A palestra tem coordenação de Nutyelly Cena e Thanity Andrade. A atividade ocorre no dia 2 de setembro, das 17h às 20h. São disponibilizadas 100 vagas para um público com idade acima de 16 anos e a seleção será feita por meio dos primeiros inscritos. As inscrições devem ser feitas até o dia 26 de agosto, por meio do link https://forms.gle/qNcwqxDe4J4HAP1GA.

A oficina tem o objetivo de apresentar reflexões em torno do conhecimento sobre o processo de curadorias e exposições museológicas, tendo em vista que são aspectos centrais trabalhados nos estudos do campo museológico. Dessa forma, pretende-se abordar perspectivas de práticas curatoriais transgressoras a partir de exemplos autobiográficos das proponentes.

Nutyelly Cena é mestranda em Antropologia Social pelo Programa de Pós-graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de Goiás (PPGAS-UFG). Graduada em Museologia pela Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Federal de Goiás (FCS/UFG). Foi Coordenadora Geral da Rede de Educadores em Museus de Goiás sob o tema “Dizer o Indizível sobre as mulheres negras nos museus” (Gestão 2016/2017). As curadorias colaborativas negras realizadas em territórios geográficos distintos têm sido tema de suas pesquisas entre os campos antropológicos e museológicos.

Thanity Andrade é mestranda em Museologia pela Universidade Federal da Bahia - UFBA. Foi estudante visitante de Mestrado em Museologia na Universidade Nacional da Colômbia, sede Bogotá, em 2018. Graduada em Museologia pela Universidade de Brasília - UnB, em 2018. Participou do Projeto Rondon - Operação Tocantins, em 2017. Foi bolsista do Programa de Iniciação Científica (PROIC) pelo CNPq, em 2015.

- Workshop dobrar sonhos
A oficina tem coordenação de Marcio Grou. A atividade ocorre no dia 3 de setembro, das 14h às 16h. São disponibilizadas 35 vagas para um público de professores, educadores e interessados em geral, com idade a partir dos 16 anos, em ampliar o conhecimento na técnica. A seleção será feita por meio dos primeiros inscritos. As inscrições devem ser feitas até o dia 26 de agosto, por meio do link https://forms.gle/VwNec8gCZJq8Ra6NA.

Para participar, os materiais necessários são tesoura, régua, cola, papel e caneta para anotação, lápis de cor, canetinha ou giz de cera (pigmentos secos), revistas ou panfletos para recorte, papel de origami (quadrado) e sulfite branco ou colorido. Não deve-se utilizar o papel dobradura.

A oficina aborda a relação entre o papel, a literatura, os saberes, a memória e reflexão. A atividade traz contos dobrados em origami e convida a observar o origami como recurso narrativo na construção de histórias, além de conhecer a lenda do Baku, comedor de sonhos.

Márcio Grou é contador de histórias e origamista, graduado em Artes. Desenvolve a arte do origami desde 2007, tendo se apresentado através de narrativas e dobras em diversos lugares como SESC, Virada Sustentável SP 2018, CCJ (Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso), Livraria da Vila, Bibliotecas, Centros de Leitura, Parques, Escolas e Festivais voltados à promoção e reflexão sobre a Cultura de Paz.

- Clube de leitura: Lendo Hilda Hilst e Lygia Fagundes Telles
A oficina tem coordenação de Bruna Kalil Othero. A atividade ocorre nos dias 8, 13, 15, 20, 22, 27 e 29 de setembro, das 18h às 20h. São disponibilizadas 50 vagas para um público de interessados em geral, com idade a partir de 16 anos, e a seleção será feita com base na análise da ficha de inscrição. As inscrições devem ser feitas até o dia 25 de agosto, por meio do link https://forms.gle/P2U6K2fdBbiBLemZ9.

A atividade pretende estimular os/as participantes a lerem e entrarem em um contato mais profundo com a obra de Hilda Hilst e Lygia Fagundes Telles, sobretudo por meio da leitura de contos das autoras. A atividade terá discussões sobre o conto como uma forma literária e leitura de entrevistas e artigos sobre as escritoras, de maneira a aprofundar o conhecimento dos participantes.

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